domingo, 5 de agosto de 2012

Mini-craque Ademir Menezes


Quando criança, os mini-craques eram minha coleção predileta.

Tinha jogadores da Seleção Brasileira, de seleções estrangeiras, times estrangeiros...

Mas eu sonhava mesmo era com miniaturas do Sport.

Desejo absolutamente impossível naqueles dias.

Hoje não.

Com algum atraso, eis Ademir Menezes.  

Queixada.

O maior craque que vestiu a camisa do Sport.

A partir de agora, orgulhoso, na minha estante.





*Quem quiser comprar um igual, envie um e-mail para futurosportrecife@gmail.com.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Linha do Tempo Sport/Seleção

























Linha do tempo com todos os jogadores que defenderam a Seleção Brasileira e o Sport. 

Como critério para a inclusão no catálogo, foram escolhidos futebolistas que:

  • jogaram no Sport e na Seleção Brasileira principal em qualquer tempo;
  • foram convocados para a Seleção Brasileira principal enquanto defendiam o Sport;
  • provenientes das divisões de base do Sport que jogaram na Seleção Brasileira principal em qualquer tempo.

Boa pesquisa no aplicativo!




*na foto do post, Betão defendendo a Seleção Brasileira em 1983.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Vídeo: Futebol Pernambucano em 1930

















Depois do vídeo sobre o jogo Chile 5x2 EUA na Ilha do Retiro pela Copa do Mundo de 1950, o Futuro Sport traz mais uma relíquia encontrada na Internet.

Um filme que apresenta os elencos dos clubes pernambucanos que participaram do Torneio dos Terceiros Times em 1930.

Vale bastante a pena assistir!

Não se trata apenas de um presente para os rubro-negros, mas para todos os torcedores pernambucanos. Confiram



*O filme não faz parte do acervo do blog, foi encontrado na própria Internet. O blog apenas tornou visível aquilo que estava invisível aos torcedores e à imprensa pernambucana. 

quinta-feira, 15 de março de 2012

Treinadores Campeões da Copa do Brasil e o Sport

Ainda no clima da Copa do Brasil, uma curiosidade: 

Quantos técnicos foram campeões desta copa e treinaram o Sport?

Ao todo, nove treinadores vencedores da Copa do Brasil já comandaram o rubro-negro. 

Foram eles, com o ano de suas respectivas conquistas: Jair Pereira (1990), Antônio Lopes (1992), Pinheiro (1993), Eduardo Amorim (1995), Levir Culpi (1996), Péricles Chamusca (2004), Dorival Júnior (2010), Ricardo Gomes (2011) e, claro, Nelsinho Baptista (2008).

Pinheiro foi o técnico rubro-negro no início do Brasileiro de 1971. 

Antônio Lopes treinou o Leão em parte do Pernambucano de 1988. 

Eduardo Amorim, durante várias partidas do Brasileiro de 1997. 

Ricardo Gomes comandou o Sport em alguns jogos do Brasileiro de 1999. 

Jair Pereira e Levir Culpi participaram do desastroso ano de 2001. 

Dorival Júnior foi um dos responsáveis pelo acesso à Série A em 2006. 

Nelsinho Baptista, além da Copa do Brasil, conquistou o bicampeonato pernambucano 2008/2009 e liderou o time na Copa Libertadores de 2009. 

Por fim, Péricles Chamusca rebaixou o clube no Brasileiro de 2009.

Pinheiro, Antônio Lopes, Eduardo Amorim e Ricardo Gomes.
Jair Pereira, Levir Culpi, Dorival Júnior e Péricles Chamusca















*Todos os dados foram coletados da Futpédia.
**Atualizado até a Copa do Brasil 2011. 

quarta-feira, 14 de março de 2012

Treinadores na Copa do Brasil


Em 17 edições de Copa do Brasil, o Sport contou com 15 treinadores distintos.

Dentre eles, Hélio dos Anjos é o recordista em participações, quatro no total (1997, 2003, 2004 e 2011).

Nereu Pinheiro, Givanildo Oliveira e Mauro Fernandes vêm logo atrás, com duas temporadas cada.

As melhores campanhas ficaram a cargo de Mauro Fernandes (quartas de final/1998), Givanildo Oliveira e Gilberto Alves (semifinal/1992), 
Hélio dos Anjos (semifinal/2003), Nereu Pinheiro (vice-campeão/1989) e, obviamente, Nelsinho Baptista.




Confira a lista dos treinadores do Sport na Copa do Brasil ano a ano:






































*Todos os dados foram coletados da obra de Carlos Celso Cordeiro.
**Atualizado até a Copa do Brasil 2011. 

sexta-feira, 9 de março de 2012

Goleadores na Copa do Brasil

Como visto no primeiro post da série, o Sport marcou 136 gols em 17 participações de Copa do Brasil...

Mas quem é o maior goleador do clube na competição?

Hélio "Doido", 10 gols.

E quem marcou mais gols em uma única edição?

Hélio (1993), Cléber Santana (2003) e Romerito (2008). 5 gols cada.

Qual rubro-negro marcou em mais edições da copa?

O ídolo Leonardo. Fez gols em 4 participações (1995, 1998, 1999 e 2001).

Zagueiro-artilheiro? Gaúcho com 4 gols.

Abaixo o ranking com os 10 maiores artilheiros do Sport na Copa do Brasil: Hélio, Valdir Papel, Cléber Santana, Leonardo, Romerito, Carlinhos Bala, Gaúcho, Jackson, Nildo e Rinaldo.


Certamente, muitos amigos se surpreenderão... 








































*Todos os dados foram coletados da Futpédia.
**Atualizado até a Copa do Brasil 2011. 

quinta-feira, 8 de março de 2012

Desempenho Histórico na Copa do Brasil


Para muitos rubro-negros, o ano do Sport se inicia com o rolar da bola no Campeonato Pernambucano. 

Para este blog não. Defendemos a causa "estadual é pré-temporada". Nosso ano começa para valer apenas com a Copa do Brasil, principal competição do Sport no 1º semestre. 

Como estamos bem próximos de mais uma participação, nada melhor que uma pequena série de posts sobre esta copa que é a cara do Sport!

Comecemos, então, apresentando algumas ilustrações que resumem o desempenho do clube em 17 participações de Copa do Brasil.


Quadro-geral de campanhas:






































Resumo das campanhas:
















Resultados:














Classificações/Eliminações:














Gols:















*Atualizado até a Copa do Brasil 2011.

segunda-feira, 5 de março de 2012

Seleção Pernambucana





















A Seleção Pernambucana é a seleção estadual que representa a Federação Pernambucana de Futebol em competições oficiais e amistosos

Diferentemente das seleções nacionais, não se trata de uma time formado unicamente por jogadores pernambucanos, mas sim de uma equipe com os melhores jogadores que atuam nos clubes pernambucanos.

Ademir Menezes e Djalma Bezerra
defendendo a Seleção Pernambucana
em 1941
Durante toda sua história, alinhou inúmeros craques que defendiam o Sport. Marcílio Aguiar, Manuelzinho, Ademir Menezes, Djalma Bezerra, Zé MariaTraçaia, Alemão, Djalma Freitas, Manga, Biro-Biro, Dadá Maravilha, Leão, Betão, Ribamar, Robertinho, Magrão, Durval e Carlinhos Bala são apenas alguns dos grandes rubro-negros que vestiram a camisa azul e branco.

Seu período áureo foi entre 1923 e 1962, quando teve a competência de defender o futebol pernambucano nas edições do Campeonato Brasileiro de Seleções Estaduais (única competição nacional existente até 1959), logrando destacadas campanhas, como o vice-campeonato de 1959 e a 4a colocação de 1956

Em 1959, foi convidada pela CBD (atual CBF) para representar a Seleção Brasileira no Sul-Americano Extra de 1959 (atual Copa América). Naquela ocasião, recebeu da imprensa sudestina a pejorativa alcunha de "cacareco". Porém, o honroso 3º lugar no Sul-Americano Extra somado ao 2º lugar no Brasileiro de Seleções Estaduais calaram os críticos e fizeram com que os pernambucanos orgulhosamente incorporassem o apelido de Cacareco para denominar a Seleção Pernambucana.

Alguns distintivos históricos da Seleção Pernambucana (FPF)









Ao longo dos anos, disputou vários amistosos, destacando-se os embates contra a Seleção Brasileira. No total, foram cinco confrontos entre a Canarinho e a Cacareco: quatro vitórias verde-amarelas e um empate (Pernambuco 3x5 Brasil em 1934, Pernambuco 0x2 Brasil em 1956, Pernambuco 1x6 Brasil em 1969 e Pernambuco 0x0 Brasil em 1978).

A Seleção Brasileira, aliás, não foi a única seleção nacional a enfrentar a Cacareco. Em 1965, em comemoração aos 50 anos de fundação da FPF, foi realizado um amistoso contra a Alemanha Ocidental. Vitória histórica dos pernambucanos por 1x0. 

Seleção Pernambucana de 1946. Rubro-negros em pé: Pedrinho (1º), Chicão (4º), Manuelzinho (5º) e Zago (6º).
Rubro-negros agachados: Zezinho (1º), Nelsinho (2º), Edgar (4º) e Pitota (5º).

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Excursão ao Suriname de 1961

Após a excursão à Europa e Oriente Médio de 1957, o Sport voltou a jogar em terras estrangeiras somente em 1961, quando decidiu promover algumas partidas no Suriname. Naqueles dias, o clube estava em excursão pelo Norte do Brasil e aproveitou a proximidade geográfica para se apresentar na antiga colônia holandesa. 

Apesar de possuir um futebol local bastante modesto, o Suriname é conhecido mundialmente por gerar vários jogadores de classe internacional, como Ruud Gullit, Edgar Davids, Clarence Seedorf, Frank Rijkaard (descendente) e tantos outros.

Em território surinamês, o Sport conquistou três vitórias em três partidas. Duas contra o selecionado local e uma contra o SV Transvaal, único time do Suriname com projeção continental, possuindo dois títulos da Copa dos Campeões da CONCACAF (atual Liga dos Campeões da CONCACAF, principal torneio de clubes desta confederação, cujo título dá vaga ao Mundial de Clubes da FIFA).


Depois desta passagem pelo pequeno país sul-americano, o Sport jogaria novamente fora do Brasil apenas em 1963, pelo Torneio de Nova York.


Time-base do Sport na Excursão ao Suriname 1961:

Dirceu; Alemão e Sinval; Michel, Tomires e Nenzinho; Djalma Freitas, , Osvaldo, Raúl Bentancor e Elcy. Técnico: Palmeira.

Outro titular:


Campanha:

Suriname 1x2 Sport (Paramaribo - Suriname, 03 abr 61)
Gols do Sport: e Elcy

Suriname 1x3 Sport (Paramaribo - Suriname, 06 abr 61)
GdS: (2) e Osvaldo

SV Transvaal 0x6 Sport (Paramaribo - Suriname, 09 abr 61)
GdS: dados indisponíveis


*Todos os dados foram coletados da obra de Carlos Celso Cordeiro.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Alemão

























Aderivaldo Correia de Arruda, o Alemão, recifense, irmão do excepcional goleiro Manga, é o maior zagueiro-artilheiro da história do Sport, com 59 gols. 

Defensor de pouca técnica, porém muita raça e vontade, dispunha de um dos chutes mais fortes do futebol brasileiro em todos os tempos. Utilizando-se deste recurso, o "Canhão da Ilha" cansou de fazer gols em cobranças de faltas e pênaltis.

Seus poderosos arremates renderam vários relatos incríveis, que incluem desde redes furadas, jogadores desmaiados ou braços quebrados até penalidades máximas cobradas no travessão com a bola voltando até o meio-campo sem tocar o chão.

Alemão iniciou sua carreira futebolística no juvenil do Sport em 1956. Disputou suas primeiras partidas pela equipe principal em 1959, e começou a se firmar entre os titulares no ano seguinte.

Em 1961, ao lado de craques como Traçaia, Raúl Bentancor e Djalma Freitas, conquistou o Campeonato Pernambucano, marcando um dos gols rubro-negros na finalíssima contra o Náutico na Ilha do Retiro. Após a partida, ainda uniformizado, pagou a promessa de ir a pé até a concentração do Sport na Caxangá.







Naquele mesmo ano, participou da pequena excursão ao Suriname empreendida pelo clube.

Em 1962, voltou a conquistar o Campeonato Pernambucano, marcando três dos quatro gols do Sport nas duas finais contra o Santa Cruz. Depois do último jogo, outra vez cumprindo promessa, caminhou da Ilha do Retiro até o Pina.

Ainda em 62, foi semifinalista da Taça Brasil, tendo sido eliminado somente pelo Santos de Pelé.

Em 1963, participou do Torneio de Nova York e novamente da Taça Brasil, marcando gols em ambas competições. Continuou no Sport até 1965, quando foi negociado para o futebol sudestino.

Curiosamente, no Sudeste, teve seus tiros livres prejudicados pela astúcia do oponente pernambucano Almir. Como Alemão tomava muita distância da bola, o Pernambuquinho decidiu se interpor estático no meio do caminho, respeitando a distância regulamentar, fazendo com que o zagueiro tivesse que desviar dele durante a corrida. Resultado: o chute saía descalibrado. A partir desta constatação, todos os adversários passaram a lançar mão da "barreira dupla" (uma barreira antes e outra depois da bola) nas cobranças de Alemão.

Em Recife, no dia 14 de setembro de 1984, com apenas 44 anos de idade, o já aposentado zagueiro-artilheiro faleceu, vítima de um problema cardíaco.


Alguns dados sobre os 59 gols de Alemão no Sport:
  • Amistosos e torneios amistosos: 27 gols;
  • Taça Brasil: 2 gols;
    •    1963 - 2 gols;
  • Torneio de Nova York de 1963: 3 gols;
  • Campeonato Pernambucano: 27 gols;
    •    1961 - 10 gols;
    •    1962 - 9 gols;
    •    1963 - 4 gols;
    •    1964 - 4 gols.

Gols de Alemão contra times grandes e médios do Brasil:

Fluminense-RJ - 1 gol;
Vasco da Gama-RJ - 1 gol.
Vitória - 1 gol.


*Todos os dados foram coletados da obra de Carlos Celso Cordeiro.