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terça-feira, 26 de março de 2013

Sport 2x1 Sporting (1952)



Em 1952, o Sporting de Portugal estava em território brasileiro para a disputa da Taça Rio. Aproveitando a ocasião, acertou-se um amistoso contra o Sport na Ilha do Retiro. Duelo de Leões.

O Sporting não era um adversário qualquer. Tinha, de longe, o melhor esquadrão lusitano à época. Há pouco, havia conquistado o bicampeonato português. Seria tetra. 

Dentre seus titulares, pelo menos nove deles passaram pela Seleção Portuguesa. Seu ataque era poderosíssimo. Uma linha de mil gols, conhecida como Cinco Violinos: Jesus Correia, Vasques, Albano, Peyroteo e José Travassos. 
Jorge de Castro,
autor de um dos gols
rubro-negros.

É importante observar, porém, que a orquestra de além-mar se apresentou em Recife com uma leve desafinação. Sem dispor de um dos seus "violinos", Fernando Peyroteo.

Já o Sport contava com o onipresente Bria, o grande Zé Maria e a força da torcida na Ilha do Retiro.

Logo no início da peleja, aos 8 minutos, o alviverde lisboeta abriu o placar por meio de Travassos. Jorge de Castro empatou aos 24 minutos. E Franklin, no ocaso da primeira etapa, promoveu a virada do Leão da Ilha. 

No segundo tempo, brilharam as defesas de ambas equipes, inviabilizando qualquer mudança no placar. 

Vitória pernambucana por 2 a 1. Para a alegria da torcida rubro-negra, que, pela primeira vez, pôde comemorar um triunfo sobre um tradicional clube europeu.

Em 1957, quando o Sport excursionava pela Europa, aconteceria a revanche. Os portugueses devolveriam o mesmo placar no José Alvalade. E a "negra"? Ainda está em aberto...  

Sporting em 1952.



















Dados da partida:

SPORT 2X1 SPORTING

SPORT: Peter; Mourão e Diogo; Bria, Zé Maria e Miguel; Jorge de Castro, Franklin, Herculano, Zildo (Ananias) e Paulo Isidro.

SPORTING: Carlos Gomes (Tormenta); Carvalho e Pacheco (Veríssimo, depois Caldeira); Barros, Passos e Juca; Jesus Correia, Vasques, Martins, Travassos e Albano.

Gols: Jorge de Castro, Franklin e Travassos.

segunda-feira, 18 de março de 2013

Zé Maria

José Maria de Carvalho Sales, paraense de Belém, nascido a 3 de dezembro de 1931, foi um dos maiores médios que defenderam o Sport em toda a sua história.

Zé Maria em 1953
Zé Maria foi trazido do futebol do Pará em 1952, mais especificamente da Tuna Luso. Uma contratação de peso na época, pois, apesar da tenra idade, já apresentava excelência dentro das quatro linhas.

Em seu ano inicial no Leão, teve como destaque a participação na vitória sobre o Sporting de Portugal, num amistoso realizado na Ilha do Retiro.

Em 1953, conquistou seu primeiro título pernambucano, ao lado do argentino Juan Cely, Bria, Ilo Caldas e outros companheiros. Curiosamente, o Sport foi campeão mandando seus jogos nos Aflitos, pois a Ilha estava sob reforma.

No ano do Cinquentenário, "Zé do Norte" esteve no clube, mas não disputou partidas do estadual.

Zé Maria em 1958
Voltou a ser campeão pernambucano em 1956, com a ajuda de Osvaldo Baliza, Bria, Mirim e a famosa linha de ataque Traçaia, Naninho, Gringo, Soca e Geo.

Em 1957, marcou presença na Excursão à Europa e ao Oriente Médio. Fez até um gol, contra o Angers, na França. Evento raro para um médio, que essencialmente tinha que cumprir funções defensivas.

Foi campeão pernambucano pela terceira vez em 1958, alinhando com o uruguaio Walter Morel, Manga, Bria, Mirim, Pacoti, Traçaia e cia.

No ano seguinte, contribuiu com a boa participação rubro-negra na Taça Brasil, terminando na 5a colocação. A primeira campanha relevante do Sport em uma competição nacional oficial.

Zé Maria na Cacareco
Com a Seleção Pernambucana, foi vice-campeão brasileiro de 1959, como uma das principais peças da Cacareco. Zé Maria já tinha servido ao escrete pernambucano nos anos de 1953, 1954 e 1955. Fechou seu ciclo com chave de ouro, pois aquele foi o melhor desempenho da equipe em todos os tempos.  

Também em 59, a Seleção Pernambucana representou a Seleção Brasileira no Campeonato Sul-Americano (atual Copa América). Zé Maria foi convocado pelo saudoso Gentil Cardoso e disputou três partidas com a Canarinho.  

Em 1960, disputou sua última temporada com a camisa do Sport, encerrando assim o período de 9 anos que dedicou às cores rubro-negras.


Apesar de jogar na posição de médio, Zé Maria conseguiu marcar 15 gols pelo Leão. Vejamos alguns dados sobre estes tentos:

  • Amistosos e torneios amistosos locais e regionais: 6 gols;
  • Taça Brasil: 1 gol;
    •    1959 - 1 gol;
  • Excursão à Europa e ao Oriente Médio: 1 gol;
  • Campeonato Pernambucano: 7 gols;
    •    1954 - 2 gols;
    •    1957 - 2 gols;
    •    1959 - 1 gols;
    •    1960 - 2 gols.


Gols de Zé Maria sobre times grandes e médios do Brasil:

Bahia - 1 gol.

*Todos os dados foram coletados da obra de Carlos Celso Cordeiro.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Stade de Reims 6x2 Sport (1957)

Com que finalidade o blog inventa de fazer um post sobre uma goleada sofrida pelo Leão? Calma. Decidimos elaborar este post apenas para mostrar a vocês qual é o espírito que conduz nossas pesquisas. Como acontecem nossas "descobertas" históricas. Portanto, levem este texto apenas como curiosidade.

Certa vez, estávamos explorando a Excursão à Europa e ao Oriente Médio de 1957, quando um jogo nos chamou a atenção: Stade de Reims 6x2 Sport.


Veio a inevitável questão: como o Sport levou uma "lapada" dessa de um time francês tão desconhecido? 


Eliezer, autor de
um dos gols rubro-negros
Desconhecido para nós, em nosso limitado conhecimento futebolístico, né... Pois um posterior exame mais profundo sobre o tal time francês nos surpreendeu sobremaneira.

Naquele período, o Stade de Reims tinha nada mais nada menos que um dos melhores esquadrões da Europa. 

Em duas oportunidades, 1955-56 e 1958-59,  foi vice-campeão da Taça dos Campeões Europeus (atual UEFA Champions League), sucumbindo apenas diante do Real Madrid de Di Stéfano. 

Na temporada da partida contra o Sport, acumulou o título francês e da Copa da França.

O scratch do Stade de Reims era formado por vários jogadores que defendiam a seleção francesa, dos quais podemos destacar Armand Penverne (Copas de 1954 e 1958), Michel Leblond (Copa de 1954), Léon Glovacki (Copa de 1954), Jean Vincent (Copas de 1954 e 1958) e sobretudo o grande Just Fontaine, artilheiro nascido em Marraquexe que marcou 13 gols na Copa de 1958, recorde em uma unica edição até os dias atuais.

Portanto, a 24 de maio de 1957, o Sport não foi derrotado por um timinho qualquer. Por um time da segunda divisão, que já passeou pela terceira, como o Stade de Reims atual. Destarte, a "lapada" supracitada talvez se torne um pouco mais digerível para todos nós.

Finda a curiosidade, voltemos às glórias do Leão!


Stade de Reims 1956/1957

















Dados da partida:

STADE DE REIMS 6X2 SPORT

STADE DE REIMS: Jacquet (Dantheny); Schollhammer e Giraudo; 
Penverne (Davanne), Gouttes e Leblond; Pesruisneau, Glovacki, Fontaine, Bliard e Vincent.

SPORT: Manga (Carijó); Pinheirense e Servílio (Pedro Matos); Osvaldinho, Zé Maria e Rubens; Traçaia, Naninho, Dario (China), Soca e Geo (Eliezer).

Gols: Glovacki (3), Fontaine (2), Bliard, Naninho e Eliezer.

Just Fontaine


terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Excursão à Europa e Oriente Médio de 1957





















Após realizar excursões por várias localidades do Brasil, o Sport decidiu, enfim, conhecer o mundo em 1957. Seriam as primeiras apresentações do clube em terras estrangeiras.

O esquadrão rubro-negro, então comandado pelo argentino Dante Bianchi, tinha como arma principal a linha de ataque Traçaia, Naninho, Gringo, Soca e Geo. Contudo, não poderia contar com outra peça fundamental, o ídolo Mirim, que acabara de sofrer um acidente envolvendo um bonde. 

Na partida da delegação, a entusiasmada torcida marcou presença no Aeroporto do Ibura, atual Aeroporto Internacional dos Guararapes, sob o lema "Com o Sport, onde o Sport estiver".

Portugal foi escolhido como palco do primeiro jogo longe do Brasil, e o tradicional Sporting de Lisboa, como adversário. Na verdade, se tratava de uma revanche, pois, em 1952, o Sporting havia sido derrotado pelos rubro-negros, por 2x1, na Ilha do Retiro. Dessa vez, os portugueses sairiam vencedores, devolvendo o mesmo placar: 2x1. 

Manga: destaque na Excursão
de 1957.
Nesta partida, o goleiro Osvaldo Baliza contundiu-se, fato que resultou na convocação do jovem goleiro Manga, que estava no Brasil, para ser reserva, a princípio, do novo titular Carijó. Ao longo da excursão, porém, Manga conquistaria a titularidade, posição na qual permaneceria até sua saída do clube, em 1959. 

Outra importante baixa no elenco durante a excursão foi o atacante Gringo, também contundido, fato que acabou desfigurando a famosa linha de ataque, e abrindo espaço para Eliezer, que abraçou a oportunidade e mostrou seu bom futebol.

O jogo mais importante da excursão, sem dúvidas, foi o embate contra o Real Madrid. Não apenas pela oportunidade de enfrentar o melhor time do mundo na época, mas por se tratar de uma ocasião especial também para os madrilenos: a iluminação artificial do Santiago Bernabéu seria inaugurada naquela partida. No final, a festa foi mesmo merengue, com um 5x3 sobre os rubro-negros.

Durante a campanha, o Sport enfrentou equipes da Alemanha, Espanha, França, Holanda, Turquia e Israel, findando com um saldo de 7 vitórias, 4 empates e 10 derrotas em 21 jogos.


Time-base do Sport na Excursão à Europa e Oriente Médio de 1957:

Carijó; Bria e Servílio; Osvaldinho, Pinheirense e Rubens; Traçaia, Naninho, Gringo, Soca e Geo. Técnico: Dante Bianchi.

Outros titulares:
Manga, Osvaldo Baliza, Pedro Matos, China, Zé Maria, Eliezer, Ilo Caldas e Dario Souza.


Naninho, artilheiro do Sport na
Excursão de 57.
Campanha:

Sporting 2x1 Sport (José Alvalade, 06 abr 57)
Gols do Sport: Naninho

Maccabi Tel Aviv 2x2 Sport (Tel Aviv - Israel, 20 abr 57)
GdS: Gringo e Traçaia

Maccabi Haifa 1x5 Sport (Haifa - Israel, 22 abr 57)

Hapoel Ramat Gan 2x5 Sport (Ramat Gan - Israel, 24 abr 57)
GdS: Traçaia (2), Naninho, Geo e Eliezer

Seleção de Haifa 1x3 Sport (Haifa - Israel, 27 abr 57)

Seleção de Jerusalém 1x5 Sport (Jerusalém, 29 abr 57)
GdS: Naninho (2), Geo, Ilo Caldas e Traçaia

Seleção da Turquia 2x5 Sport (Istambul, 01 mai 57)
GdS: Naninho (3), Gringo e Traçaia

Traçaia deixou vários gols em
terras estrangeiras.
Beykoz 1908 3x2 Sport (Istambul, 02 mai 57)
GdS: Eliezer e Gringo

Seleção da Turquia 1x2 Sport (Istambul, 04 mai 57)

Beşiktaş 2x2 Sport (Istambul, 07 mai 57)

Olympique de Marseille 1x0 Sport (Caen - França, 22 mai 57)
GdS: -
GdS: Eliezer e Naninho

Sochaux 5x4 Sport (Sochaux - França, 27 mai 57)
GdS: Traçaia (2), Naninho e Eliezer

Karlsruhe 2x1 Sport (Karlsruhe - Alemanha, 29 mai 57)
GdS: Traçaia
Carijó perdeu a titularidade para
 Manga durante a excursão.

Fortuna 54 1x1 Sport (Geleen - Holanda, 04 jun 57)
GdS: Naninho

Angers 3x2 Sport (Angers - França, 07 jun 57)
GdS: Traçaia e Zé Maria

Rouen 3x4 Sport (Rouen - França, 08 jun 57)
GdS: Naninho (2), Eliezer e Dario Souza

Fortuna 54 3x0 Sport (Nijmegen - Holanda, 12 jun 57)
GdS: -

Enschede 0x0 Sport (Enschede - Holanda, 13 jun 57)
GdS: -

Osasuna 3x2 Sport (Orense - Espanha, 23 jun 57)
GdS: Traçaia e Geo


*Todos os dados foram coletados da obra de Carlos Celso Cordeiro.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Taça Brasil de 1959

A partir da década de 20 até o fim da década de 50, o Campeonato Brasileiro de Seleções Estaduais foi a única competição de caráter nacional com disputa regular no território brasileiro. Este campeonato contava unicamente com a participação das seleções estaduais organizadas pelas federações de futebol de cada Estado.

Em 1959, a CBD decidiu mudar aquele panorama, e criou sua primeira competição nacional de clubes, a Taça Brasil. A chegada do novo torneio de clubes anunciou o fim próximo da velha competição de seleções estaduais, que foi interrompida poucos anos depois, em 1962. 

O título do Campeonato Pernambucano de 1958, conquistado com a ajuda de grandes jogadores como Manga, Pacoti, Walter Morel e Traçaia, credenciou o Sport à disputa da Taça Brasil de 1959, primeira edição da nova competição da CBD.

A campanha do Sport na Taça Brasil de 59 começou bem: o rubro-negro eliminou o Auto Esporte e a Tuna Luso, tornando-se o vencedor do Grupo Norte. Disputaria assim, na fase seguinte, a Copa Norte (equivalente às quartas de final da Taça Brasil) contra o campeão do Grupo Nordeste, o Bahia. 

Pouco antes do primeiro confronto contra o tricolor baiano, uma confusão resultou na saída do técnico Dante Bianchi. Capuano, técnico da equipe juvenil, substituiu o argentino no comando rubro-negro.

Uma vitória do Bahia por 3x2 na Fonte Nova e uma bela vitória do Sport por  6x0 na Ilha fizeram com que a Copa Norte fosse decidida em uma "negra", uma terceira partida.

Após um 6x0, o resultado da "negra" foi contra a lógica. Inacreditável derrota do Sport por 2x0, em plena Ilha do Retiro. Dessa forma, o Sport terminou sua participação na 5a colocação, enquanto o Bahia seguiria para a conquista do título.


Time-base do Sport na Taça Brasil de 1959:

Dick; Bria e Cido; Zé Maria, Dedé e Ney Andrade; Traçaia, Bé, Osvaldo, Raúl Bentancor e Djalma Freitas. Técnico: Dante Bianchi, depois Capuano.

Outros titulares:
Cazuza, Sinval, Tomires, Índio, Ramos e Elcy.


Campanha:

Bé, Bentancor,
Osvaldo e Traçaia:
boas participações
na Taça Brasil de 59
Primeira fase do Grupo Norte - Primeira fase da Taça Brasil

Auto Esporte 0x3 Sport (José Américo, 23 ago 59)
Gols do Sport: Bentancor (2) e Osvaldo

Sport 5x2 Auto Esporte (Ilha do Retiro, 30 ago 59)
GdS: Bé (2), Bentancor, Zé Maria e gol contra

Finais do Grupo Norte - Oitavas de final da Taça Brasil

Sport 2x2 Tuna Luso (Ilha do Retiro, 24 set 59)
GdS: Bé e Traçaia

Tuna Luso 1x3 Sport (Belém, 27 set 59)

Finais da Copa Norte - Quartas de final da Taça Brasil

Bahia 3x2 Sport (Fonte Nova, 27 out 59)
GdS: Osvaldo e Traçaia

Sport 6x0 Bahia (Ilha do Retiro, 30 out 59)
GdS: Osvaldo (3), Bé, Bentancor e Traçaia

Sport 0x2 Bahia (Ilha do Retiro, 03 nov 59)
GdS: -


*Todos os dados foram coletados da obra de Carlos Celso Cordeiro.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Copa América e o Sport

























Sabemos que a Copa América é a mais importante competição de seleções nacionais do nosso continente, tendo sua primeira edição no ano de 1916, com o nome de Campeonato Sul-Americano de Seleções. 

Sabemos também que, a partir de 1975, o campeonato organizado pela CONMEBOL recebeu a atual alcunha de Copa América e que este ano chegará a sua 43a edição.

Mas em que o Sport se relaciona com esta Copa?
Cacareco no Sul-Americano Extra de 1959

Em 1959, a Seleção Pernambucana foi convidada para representar a Seleção Brasileira no Campeonato Sul-Americano Extra daquele ano.

A Cacareco, sob o comando de Gentil Cardoso, foi ao Equador e vestiu a camisa da Seleção, terminando o torneio na 3a colocação. 

Naquela campanha, participaram três jogadores do Sport: Zé Maria, Traçaia e Elcy. Bria, outro atleta rubro-negro, fazia parte da delegação canarinho, mas não entrou em nenhuma partida. 

Aquela seria a única oportunidade em que jogadores do Sport participariam diretamente da "Copa América".

Porém, alguns craques revelados pelo Sport jogaram a Copa América após vestirem a camisa rubro-negra.

Foram eles: Djalma Bezerra (1945), Ademir Menezes (1945, 1946, 1949 e 1953), Simão (1949), Almir Pernambuquinho (1959) e Juninho Pernambucano (2001).

Desses, apenas Ademir Menezes e Simão levaram o título para casa, ambos em 49.

Grandes ídolos da história do Sport já chegaram ao clube com a experiência de terem participado da competição continental. 

Ely do Amparo que jogou em 1949 (campeão) e 1953, e Raúl Bentancor que jogou em 1953, pela Seleção Uruguaia, são exemplos.

Por fim, vários outros jogadores vestiram a camisa do Sport após participação na Copa América, como Osvaldo Baliza, Walter Morel (Seleção Uruguaia), Danival, Leão, China, Éder, Valdo, João Paulo, Wilson Gottardo, Zetti, Almir, Evanílson, Juan Arce (Seleção da Bolívia) e etc.

Zé Maria, Traçaia, Elcy, Djalma Bezerra, Ademir Menezes,
Simão, Almir Pernambuquinho, Juninho Pernambucana, Ely do Amparo e Raúl Bentancor