Mostrando postagens com marcador Ademir Menezes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ademir Menezes. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 13 de novembro de 2012

#Ademir90: A revolução tática

Ademir partia em disparada, recebia a bola em velocidade, deixava os adversários para trás e concluía com um arremate perfeito.

O seu rush quase sempre decidia as partidas.

Era uma máquina de fazer gols.

E acabou proporcionando uma revolução tática no futebol brasileiro.

Eram os tempos do sistema de jogo WM inglês.

Onde as equipes eram compostas por três defensores, quatro meio-campistas e três atacantes.

Porém, Queixada estava à frente do seu tempo.

Se posicionava em campo como um quarto homem de ataque.


Criando assim uma nova posição no futebol, que receberia a alcunha de "ponta de lança".

Na tentativa de parar Ademir, os times adversários passaram a recuar um homem do meio-campo para a defesa.

Daí, surgia a figura do "quarto-zagueiro".

Estas mudanças táticas foram fundamentais para o surgimento posterior do esquema 4-2-4.


Com o qual o Brasil ganhou suas primeiras Copas.

Ironicamente, sem Ademir.



















Próximo capítulo:

#Ademir90: O retorno e a despedida

Em meados dos anos 50, Ademir Menezes viu que era hora de parar.

O corpo já não conseguia obedecia suas tramas com a perfeição dantes.

"Abandonei o futebol antes que ele me abandonasse".

Mas Queixada tinha um desejo.

Despedir-se do futebol vestindo a camisa do seu time de coração.

E partiu em direção do Recife para sua partida derradeira.

1957.

Um amistoso entre Sport e Bahia na Ilha do Retiro.

Abarrotada de gente.

Quantos rubro-negros não se emocionaram nas arquibancadas?

Ademir e Traçaia num mesmo ataque!


O Leão venceu por 2 a 0.

Mas nada poderia impedir a tristeza da multidão.


Daqueles que viam, mas não queriam crer.

Que aquela seria a última apresentação de um gênio.


O fim do rush.

O fim do gol.


O fim do futebol.


Próximo capítulo: A revolução tática.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

#Ademir90: A Copa do Mundo de 1950

Ademir Menezes era um dos craques da Seleção na Copa de 1950.

O time pulsava de acordo com os seus rushs.

E nesse compasso, o Brasil esmagava seus adversários. 


4 a 0 no México, 2 a 0 na Iugoslávia, 7 a 1 na Suécia, 6 a 1 na Espanha...
Apenas um tropeço no meio do caminho: empate com a Suíça.


Tudo era sonho para os brasileiros.

Mas aí veio a tragédia...


Maracanazo.



















Ademir marcou 9 gols durante a campanha.

Artilheiro isolado da Copa do Mundo.

Assim como Leônidas em 38 e Ronaldo em 2002.

É o maior goleador da Seleção numa única edição de Copa até hoje.


Só não fez mais gols em Copas que Pelé e Ronaldo entre os brasileiros.

Talvez por culpa da Segunda Guerra Mundial, que impediu a realização da Copa de 46.






















O certo é que, se aquela geração de 50 tivesse sido campeã, Ademir jamais cairia no esquecimento.

Seria tão festejado hoje quanto Didi, Garrincha, Pelé, Romário e Ronaldo.

Com status de deus do futebol nacional.

Mas uma bola no travessão no fim da partida contra o Uruguai decidiu que aquele não seria seu destino.

Infelizmente.






Próximo capítulo: O retorno e a despedida.

#Ademir90: A passagem pela Seleção Brasileira

Getúlio Vargas e Ademir Menezes
Ademir Menezes teve uma longa passagem pela Seleção Brasileira.

Vitoriosa.


Estreou em 1945 e despediu-se em 1953.

41 partidas defendendo a pátria.

30(!) vitórias, 5 empates e 6 derrotas.


36 gols marcados.

Uma das melhores médias de gols da história da Seleção.




Conquistou o Campeonato Sul-Americano, atual Copa América, em 1949.


Fim de um jejum.

Fazia 27 anos que o Brasil não ganhava a competição.

Ainda foi considerado o melhor jogador do torneio.



























Levantou também a taça do Campeonato Pan-Americano no Chile em 1952.

O primeiro título relevante da Seleção fora do país.





















Em seu auge, foi uma das grandes estrelas do Brasil na Copa do Mundo de 50.

Mas a Copa de 50 fica para o próximo capítulo...



Próximo capítulo: A Copa do Mundo de 1950.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

#Ademir90: Os títulos nacionais

Ademir Menezes e companheiros na Seleção Pernambucana

Na época de Ademir Menezes, ainda não existiam competições nacionais de clubes no Brasil.

O torneio nacional era disputado por seleções estaduais, o chamado Campeonato Brasileiro de Seleções.

Ademir teve a oportunidade de defender a Seleção Pernambucana na edição de 1941.
Ao lado jogadores notáveis como Tará e os rubro-negros Djalma Bezerra e Pirombá.

Pouco tempo antes da famosa excursão do Sport de 1941/1942.

Queixada marcou cinco gols em três partidas.

Não foi o suficiente para que Pernambuco passasse das quartas.

Tempos depois, quando já estava no Sudeste, Ademir foi quatro vezes campeão brasileiro
.

1943, 1944, 1946 e 1950.

Sempre pela Seleção do Distrito Federal, o Rio de Janeiro, então capital do Brasil.



Próximo capítulo: A passagem pela Seleção Brasileira.

#Ademir90: A excursão que mudou o destino do Sport

Antes de Ademir Menezes, o Sport era um clube desconhecido, pouco relevante nacionalmente.

Jamais tinha ganho uma partida sequer de um grande time do Sudeste.

Mesmo jogando sempre em casa, até um empate era raro.

Eis a grande revolução que Ademir e sua companhia de craques deflagraram no clube.


Excursionaram ao Sul/Sudeste no final de 1941.

Num tempo no qual não existia um campeonato nacional de clubes.

Foram a Minas Gerais e humilharam o América e o Atlético.

Ainda empataram com o Palestra Itália, atual Cruzeiro.


No Paraná, bateram duas vezes no Coritiba.

No Rio Grande do Sul, golearam o Grêmio e empataram com o Inter.


Por fim, no Rio de Janeiro, venceram duas das maiores forças do futebol brasileiro na época: Vasco da Gama e Flamengo.



















Por onde passavam, encantavam os amantes do bom futebol.

Causando perplexidade naqueles que duvidavam que um clube do Nordeste seria capaz de tais façanhas.

Nem é preciso dizer que 
aquele time foi desmontado pelo interesse sudestino logo depois.
Imagem: Blog do Roberto

E obviamente levaram Ademir, a joia maior do maravilhoso scratch.

Mas a semente foi plantada.


Aquela excursão ampliou os horizontes do clube.

O Sport não estaria destinado a ser um mero clube provinciano.

O Sport seria um clube com ambições nacionais.


Esforço que continuou nas décadas de 50, 60 e 70, para se consolidar nos anos 80.

Então, vieram os títulos nacionais.

Portanto, o título brasileiro de 1987 e da Copa do Brasil de 2008 não caíram do céu.

Fazem parte de um processo histórico que teve seu ponto de partida numa equipe pioneira.

Liderada por um craque de classe mundial: Ademir Menezes.


Próximo capítulo: 
Os títulos nacionais.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

#Ademir90: O primeiro título profissional


Ademir Menezes conquistou sua primeira taça em 1941.

Campeonato Pernambucano.

Jogando num Sport imbatível.


Invicto.

Que goleou todos os participantes.

Só não foi 100% por causa de um empate com o Santa Cruz.

Na última partida, 8x1 sobre o Náutico, nos Aflitos.

Três de Ademir.

O craque da competição.

O artilheiro também.

Aos 18 anos de idade.

Aquele estadual não passou de brincadeira de criança...


















Próximo capítulo: A excursão que mudou o destino do Sport.

#Ademir90: O começo no futebol

Ademir Menezes começou sua carreira nas divisões de base do Sport.

Foi o primeiro de uma espetacular sequência de craques revelados pelo clube nas décadas de 40 e 50.

Simão, Vavá, Manga, Almir Pernambuquinho, Rildo...



Imagem: Blog do Roberto




















Aos 16 anos, Ademir já exercia liderança.

Era o capitão da equipe juvenil do Sport no título pernambucano da categoria em 1938.

Os torcedores que assistiram àquele time de garotos já sabiam.

O franzino do queixo proeminente seria gênio.

Para quê esperar?


"Coloquem o menino na equipe principal!"

























Próximo capítulo: O primeiro título profissional.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

#Ademir90: A pré-história de um craque

Imagem: Blog do Roberto
Muitos pensam que a ligação entre Ademir Menezes e o Sport se iniciou nas categorias de base do clube.

Onde Ademir se tornou o jogador número 1 do juvenil.

Ledo engano.

Desde criança, Queixada era íntimo das cores rubro-negras.


E já acumulava glórias para o seu clube de coração.

Não no esporte que o tornou imortal.

Mas nas provas de natação.

Craque até nas piscinas.

Quem diria...



Próximo capítulo: O começo no futebol.

Especial #Ademir90



"VIRTUOSE. 
Ademir, o jogador perfeito".


Quem acompanha o Futuro Sport sabe.

Somos devotos de Ademir Menezes, o Queixada. 

O maior craque que vestiu a camisa do Sport.

Esta semana, completaria 90 anos.

Ocasião que merece uma série especial. 

Com postagens durante toda a semana sobre a trajetória de um mito. 

Aproveitem!



Capítulos:


1. A pré-história de um craque.
2. O começo no futebol.
3. O primeiro título profissional.
4. A excursão que mudou o destino do Sport.
5. Os títulos nacionais.
6. A passagem pela Seleção Brasileira.
7. A Copa do Mundo de 1950.
8. O retorno e a despedida.
9. A revolução tática. 

continua...

domingo, 5 de agosto de 2012

Mini-craque Ademir Menezes


Quando criança, os mini-craques eram minha coleção predileta.

Tinha jogadores da Seleção Brasileira, de seleções estrangeiras, times estrangeiros...

Mas eu sonhava mesmo era com miniaturas do Sport.

Desejo absolutamente impossível naqueles dias.

Hoje não.

Com algum atraso, eis Ademir Menezes.  

Queixada.

O maior craque que vestiu a camisa do Sport.

A partir de agora, orgulhoso, na minha estante.





*Quem quiser comprar um igual, envie um e-mail para futurosportrecife@gmail.com.

segunda-feira, 5 de março de 2012

Seleção Pernambucana





















A Seleção Pernambucana é a seleção estadual que representa a Federação Pernambucana de Futebol em competições oficiais e amistosos. 

Diferentemente das seleções nacionais, não se trata de uma time formado unicamente por jogadores pernambucanos, mas sim de uma equipe com os melhores jogadores que atuam nos clubes pernambucanos.

Ademir Menezes e Djalma Bezerra
defendendo a Seleção Pernambucana
em 1941
Durante toda sua história, alinhou inúmeros craques que defendiam o Sport. Marcílio Aguiar, Manuelzinho, Ademir Menezes, Djalma Bezerra, Zé Maria, Traçaia, Alemão, Djalma Freitas, Manga, Biro-Biro, Dadá Maravilha, Leão, Betão, Ribamar, Robertinho, Magrão, Durval e Carlinhos Bala são apenas alguns dos grandes rubro-negros que vestiram a camisa azul e branco.

Seu período áureo foi entre 1923 e 1962, quando teve a competência de defender o futebol pernambucano nas edições do Campeonato Brasileiro de Seleções Estaduais (única competição nacional existente até 1959), logrando destacadas campanhas, como o vice-campeonato de 1959 e a 4a colocação de 1956. 

Em 1959, foi convidada pela CBD (atual CBF) para representar a Seleção Brasileira no Sul-Americano Extra de 1959 (atual Copa América). Naquela ocasião, recebeu da imprensa sudestina a pejorativa alcunha de "cacareco". Porém, o honroso 3º lugar no Sul-Americano Extra somado ao 2º lugar no Brasileiro de Seleções Estaduais calaram os críticos e fizeram com que os pernambucanos orgulhosamente incorporassem o apelido de Cacareco para denominar a Seleção Pernambucana.

Alguns distintivos históricos da Seleção Pernambucana (FPF)









Ao longo dos anos, disputou vários amistosos, destacando-se os embates contra a Seleção Brasileira. No total, foram cinco confrontos entre a Canarinho e a Cacareco: quatro vitórias verde-amarelas e um empate (Pernambuco 3x5 Brasil em 1934, Pernambuco 0x2 Brasil em 1956, Pernambuco 1x6 Brasil em 1969 e Pernambuco 0x0 Brasil em 1978).

A Seleção Brasileira, aliás, não foi a única seleção nacional a enfrentar a Cacareco. Em 1965, em comemoração aos 50 anos de fundação da FPF, foi realizado um amistoso contra a Alemanha Ocidental. Vitória histórica dos pernambucanos por 1x0. 

Seleção Pernambucana de 1946. Rubro-negros em pé: Pedrinho (1º), Chicão (4º), Manuelzinho (5º) e Zago (6º).
Rubro-negros agachados: Zezinho (1º), Nelsinho (2º), Edgar (4º) e Pitota (5º).

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Copa América e o Sport

























Sabemos que a Copa América é a mais importante competição de seleções nacionais do nosso continente, tendo sua primeira edição no ano de 1916, com o nome de Campeonato Sul-Americano de Seleções. 

Sabemos também que, a partir de 1975, o campeonato organizado pela CONMEBOL recebeu a atual alcunha de Copa América e que este ano chegará a sua 43a edição.

Mas em que o Sport se relaciona com esta Copa?
Cacareco no Sul-Americano Extra de 1959

Em 1959, a Seleção Pernambucana foi convidada para representar a Seleção Brasileira no Campeonato Sul-Americano Extra daquele ano.

A Cacareco, sob o comando de Gentil Cardoso, foi ao Equador e vestiu a camisa da Seleção, terminando o torneio na 3a colocação. 

Naquela campanha, participaram três jogadores do Sport: Zé Maria, Traçaia e Elcy. Bria, outro atleta rubro-negro, fazia parte da delegação canarinho, mas não entrou em nenhuma partida. 

Aquela seria a única oportunidade em que jogadores do Sport participariam diretamente da "Copa América".

Porém, alguns craques revelados pelo Sport jogaram a Copa América após vestirem a camisa rubro-negra.

Foram eles: Djalma Bezerra (1945), Ademir Menezes (1945, 1946, 1949 e 1953), Simão (1949), Almir Pernambuquinho (1959) e Juninho Pernambucano (2001).

Desses, apenas Ademir Menezes e Simão levaram o título para casa, ambos em 49.

Grandes ídolos da história do Sport já chegaram ao clube com a experiência de terem participado da competição continental. 

Ely do Amparo que jogou em 1949 (campeão) e 1953, e Raúl Bentancor que jogou em 1953, pela Seleção Uruguaia, são exemplos.

Por fim, vários outros jogadores vestiram a camisa do Sport após participação na Copa América, como Osvaldo Baliza, Walter Morel (Seleção Uruguaia), Danival, Leão, China, Éder, Valdo, João Paulo, Wilson Gottardo, Zetti, Almir, Evanílson, Juan Arce (Seleção da Bolívia) e etc.

Zé Maria, Traçaia, Elcy, Djalma Bezerra, Ademir Menezes,
Simão, Almir Pernambuquinho, Juninho Pernambucana, Ely do Amparo e Raúl Bentancor





segunda-feira, 13 de junho de 2011

Ademir Menezes

























Após a inauguração da série Jogadores Históricos com o maior artilheiro da história do Sport, falaremos daquele que, na minha opinião, é o maior craque que vestiu a camisa rubro-negra: Ademir Menezes.

Ademir Marques de Menezes, atacante, nasceu a 8 de novembro de 1922 no Recife e faleceu a 11 de maio de 1996 no Rio de Janeiro-RJ.

Infantil do Sport
O Queixada, como era carinhosamente apelidado devido a seu queixo avantajado, iniciou sua carreira nas categorias de base do Sport, sendo campeão pernambucano juvenil de 1938, como capitão da equipe. Estreou no time principal em 1939, com apenas 16 anos, num Sport x Tramways pelo Campeonato Pernambucano.

Naquele ano, o ainda muito jovem Ademir jogaria apenas mais um jogo, um amistoso em Salvador, do qual participou como suplente.

Em 1940, Ademir aos poucos começou a ganhar espaço na equipe principal. Disputou vários amistosos como titular do time. Porém, no Pernambucano, apesar de ter participado de diversas partidas, na grande maioria delas entrou como suplente. 

O ano de 1941 foi aquele em que a estrela de Ademir brilhou mais forte em sua passagem pelo Sport. Embora tivesse apenas 18 anos durante a maior parte da temporada, conquistou a titularidade absoluta e o status de craque da equipe.

Levantou a taça do Pernambucano daquele ano de maneira invicta, como artilheiro da competição com 14 gols. Foi neste campeonato que Ademir fez seu único hat trick com a camisa rubro-negra. A vítima foi o Náutico, numa goleada por 8x1, em pleno Aflitos.

Seleção Pernambucana
No final da temporada, o Sport partiu para sua primeira excursão ao Sul e Sudeste do país, sob o comando do argentino Ricardo Diez. A Excursão de 41/42 ficou na História pelos excepcionais resultados obtidos pelo Sport em um tempo no qual o restante do Brasil considerava inexistente o futebol nordestino. 

Foram 18 jogos: 11 vitórias, 2 empates e 5 derrotas. Daquele time brilhante, Ademir era o gênio. 

Após mais uma exibição de gala contra sudestinos, dirigentes daquela terra iniciaram negociação para contratá-lo. Na volta da excursão ao Recife, já em 1942, só deu tempo para dois jogos de despedida.

No Sudeste, Ademir foi bastante vitorioso. Destaca-se entre seus títulos em clubes o Campeonato Sul-Americano de Campeões de 48, uma espécie de Libertadores primitiva.

Ganhou ainda o Campeonato Brasileiro de Seleções Estaduais em 43, 44, 46 e 50 (naqueles tempos não existiam competições nacionais para clubes, apenas para seleções estaduais). 

Excursão 41/42
Vestiu a camisa da Seleção entre os anos de 1945 e 1953, jogando 41 partida e fazendo 36 gols.

Durante este período, conquistou o Campeonato Sul-Americano de 49 (atual Copa América), sendo considerado o melhor jogador da competição, e o Campeonato Pan-Americano de 52 (algo como uma Copa América de todas as Américas).

No auge de sua forma, foi à fatídica Copa de 50, de onde saiu vice-campeão. Apesar disso, foi o artilheiro da Copa do Mundo com 9 gols, recorde da Seleção em uma única edição de Copa. Na contagem total de gols da Seleção em Copas, só fica atrás de Ronaldo e Pelé.

Em 1957, Ademir estava de volta ao Sport para a disputa daquela que seria a sua última partida com a camisa do Leão. Sport 2x0 Bahia a 10 de março, na Ilha. Após ser substituído por Gringo, Queixada encerrava sua carreira.



Os 27 gols de Ademir Menezes no Sport:
  • Amistosos regionais: 2 gols;
  • Excursão ao Sul e Sudeste: 10 gols;
  • Campeonato Pernambucano: 15 gols
    • 1940 - 1 gol;
    • 1941 - 14 gols.

Gols de Ademir contra times médios e grandes do Brasil:

Atlético-MG - 2 gols;
Vasco-RJ - 2 gols;
Coritiba-PR - 2 gols;
Internacional-RS - 1 gol.

*Todos os dados foram coletados da obra de Carlos Celso Cordeiro.


Ademir Menezes - Um artilheiro no meu coração, documentário sobre o craque:



Alguns gols de Ademir na Copa do Mundo de 1950: